
Que país é esse?
Publicado em 21.07.2009
“Antes, corra o juízo como as águas; e a justiça, como ribeiro perene.”
Amós 5:24
Este é o clamor de Deus por meio do profeta à nação que havia escolhido para ser sua. Israel conhecia os mandamentos da lei, entretanto, os desprezou afastando-se deles e tornando-se uma nação corrupta e injusta, semelhante às nações pagãs.
Corrupção e injustiça caminham de mãos dadas, e ainda são um solo fértil para a desonestidade, mentira, trapaça, impunidade, engano, opressão... Não é de agora que temos presenciado graves escândalos no meio político da nossa nação. Especialmente nestes últimos anos, quando aqueles que faziam oposição ferrenha ao governo, arvorando-se em um discurso inflamado contra a corrupção e a roubalheira reinante, agora se mostram chafurdados naquilo que condenavam e altamente comprometidos em uma sucessão destes escândalos.
Talvez quando já pudéssemos dizer que nada mais poderia nos espantar, chega a vez do Senado, que há meses debate-se em meio a tanta sujeira e podridão, entretanto, agindo como se nada lhe dissesse respeito. Não há respostas, nem posicionamentos para nada que está sendo exposto, pelo contrário tenta-se buscar como em todos os outros casos, o escape de um recesso parlamentar, para deixar a ‘poeira abaixar’ e no final a impunidade.
Em quem mais podemos crer? Poderá haver justiça e juízo num país como esse? Estas raízes são muito profundas e remontam as nossas origens. Contrário à nação de Israel, o Brasil não é um país fundamentado nos princípios da Palavra de Deus, apesar de ser um país dito católico. Estamos longe disto. No entanto, a Igreja de Cristo já está suficientemente representada para provocar mudanças e influenciar a nação, afinal segundo a projeção do IBGE seremos quase 37 milhões de cristãos evangélicos em 2010, sem contar genuínos cristãos católicos, o que representa pelo menos 19% da população.
Por isso, esta reflexão não tem cunho político, (aliás, esta é um área na qual me considero leigo), mas exortativo para que pensemos qual é a nossa parte nisso tudo, onde estamos falhando. Para tanto, as perguntas que suscito são as seguintes: Qual tem sido o posicionamento da Igreja de Jesus Cristo diante deste cenário? Como a mesma tem contribuído para mudar o rumo desta nação? Aonde está a Igreja chamada para apregoar o juízo e a justiça, sendo sal e luz?
Certa vez ouvi que o sal era utilizado na antiguidade como antisséptico, ao ser jogado sobre os dejetos humanos. Ou seja, este significado traz uma nova aplicação para as palavras de Cristo. A Igreja estabelece neste mundo a justiça de Deus, reagindo como um antídoto à podridão e depravação moral da humanidade. Entretanto, percebe-se que ainda não temos compreendido o chamado para discipular não somente indivíduos, mas a nação. Capacita-se cristãos para atuarem na esfera da Igreja, mas não para atuarem nas diferentes áreas da sociedade, entre elas a política.
Onde estão os ‘Danieis’ dos tempos modernos que são instrumentos de Deus num meio perverso sem se contaminarem? Onde estão os profetas que denunciam a injustiça? Onde está o povo que é chamado para anunciar ‘o ano aceitável do Senhor’?
Precisamos buscar a Deus para olharmos para fora (além das fronteiras dos templos) e entendermos nosso papel de discipuladores da nação para que, de fato, possamos viver a realidade do Salmo 144:15 que diz:
‘Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor!’
“Antes, corra o juízo como as águas; e a justiça, como ribeiro perene.”
Amós 5:24
Este é o clamor de Deus por meio do profeta à nação que havia escolhido para ser sua. Israel conhecia os mandamentos da lei, entretanto, os desprezou afastando-se deles e tornando-se uma nação corrupta e injusta, semelhante às nações pagãs.
Corrupção e injustiça caminham de mãos dadas, e ainda são um solo fértil para a desonestidade, mentira, trapaça, impunidade, engano, opressão... Não é de agora que temos presenciado graves escândalos no meio político da nossa nação. Especialmente nestes últimos anos, quando aqueles que faziam oposição ferrenha ao governo, arvorando-se em um discurso inflamado contra a corrupção e a roubalheira reinante, agora se mostram chafurdados naquilo que condenavam e altamente comprometidos em uma sucessão destes escândalos.
Talvez quando já pudéssemos dizer que nada mais poderia nos espantar, chega a vez do Senado, que há meses debate-se em meio a tanta sujeira e podridão, entretanto, agindo como se nada lhe dissesse respeito. Não há respostas, nem posicionamentos para nada que está sendo exposto, pelo contrário tenta-se buscar como em todos os outros casos, o escape de um recesso parlamentar, para deixar a ‘poeira abaixar’ e no final a impunidade.
Em quem mais podemos crer? Poderá haver justiça e juízo num país como esse? Estas raízes são muito profundas e remontam as nossas origens. Contrário à nação de Israel, o Brasil não é um país fundamentado nos princípios da Palavra de Deus, apesar de ser um país dito católico. Estamos longe disto. No entanto, a Igreja de Cristo já está suficientemente representada para provocar mudanças e influenciar a nação, afinal segundo a projeção do IBGE seremos quase 37 milhões de cristãos evangélicos em 2010, sem contar genuínos cristãos católicos, o que representa pelo menos 19% da população.
Por isso, esta reflexão não tem cunho político, (aliás, esta é um área na qual me considero leigo), mas exortativo para que pensemos qual é a nossa parte nisso tudo, onde estamos falhando. Para tanto, as perguntas que suscito são as seguintes: Qual tem sido o posicionamento da Igreja de Jesus Cristo diante deste cenário? Como a mesma tem contribuído para mudar o rumo desta nação? Aonde está a Igreja chamada para apregoar o juízo e a justiça, sendo sal e luz?
Certa vez ouvi que o sal era utilizado na antiguidade como antisséptico, ao ser jogado sobre os dejetos humanos. Ou seja, este significado traz uma nova aplicação para as palavras de Cristo. A Igreja estabelece neste mundo a justiça de Deus, reagindo como um antídoto à podridão e depravação moral da humanidade. Entretanto, percebe-se que ainda não temos compreendido o chamado para discipular não somente indivíduos, mas a nação. Capacita-se cristãos para atuarem na esfera da Igreja, mas não para atuarem nas diferentes áreas da sociedade, entre elas a política.
Onde estão os ‘Danieis’ dos tempos modernos que são instrumentos de Deus num meio perverso sem se contaminarem? Onde estão os profetas que denunciam a injustiça? Onde está o povo que é chamado para anunciar ‘o ano aceitável do Senhor’?
Precisamos buscar a Deus para olharmos para fora (além das fronteiras dos templos) e entendermos nosso papel de discipuladores da nação para que, de fato, possamos viver a realidade do Salmo 144:15 que diz:
‘Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor!’
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