quarta-feira, 22 de julho de 2009

EGOCENTRISMO = O HOMEM NO CONTROLE


DO HOMEM, PELO HOMEM E PARA O HOMEM ÀS VÍTIMAS DO COMUNISMO
...para que não esqueçamos.

Jeff Jacoby

Existem projetos em Washington para a criação de um espaço evocativo há muito ansiado. Esse Museu Memorial às VÍTIMAS DO COMUNISMO documentará os CRIMES cometidos pelos DISCÍPULOS dMARX e LENIN. Nele estarão patentes relíquias da TENEBROSA BRUTALIDADE COMUNISTA (um pedaço do muro de Berli, uma réplica de uma das celas do "Hilton de Hanói") e um banco de dados com os nomes de todos aqueles que a MAIOR CHACINA DA HISTÓRIA dizimou. Ou, pelo menos, dos que foi possível de identificar. JAMAIS OS CONHECEREMOS TODOS - as cetenas de milhares de COSSACOS mortos durante a GUERRA CIVIL NA RÚSSIA, OS ÍNDIOS MISKITOS ASSASSINADOS NA NICARÁGUA sob o poder dos SANDINISTAS, todas as vítimas CHINESAS, mais de 2 MILHÕES, eliminadas durante a "REFORMA AGRÁRIA" de MAO ZEDONG no início dos anos 50. Em INSTINTO PURAMENTE ASSASSINO, nunca houve força que se comparasse com o COMUNISMO. Os NAZISTAS exterminaram 11 MILHÕES de inocentes, e, embora o HOLOCAUSTO represente um ATO DE CRUELDADE INIGUALÁVEL, o número de MORTOS pelo COMUNISMO ULTRAPASSA OS 100 MILHÕES. O poder NAZISTA durou de 1933 a 1945. O PESADELO COMUNISTA COMEÇOU EM 1917 E PERMANECE ATÉ OS NOSSOS DIAS. A CRUELDADE foi sempre uma das características do COMUNISMO. "Por princípio, nunca rejeitaremos o terror", escreveu LENIN em 1910. Passado mais de meio século, NIKITA KHRUCHTCHEV elogiou sua "implacável" utilização dos "métodos mais extremos contra os inimigos" do bolchevismo. Não muito depois, o próprio Khruchtchev enviava 3.000 tanques soviéticos para ESMAGAR OS CAMBATENTES DA LIBERDADE HÚNGAROS.
O COMUNISMO SIGNIFICA ASSASSINATO. EM QUALQUER PARTE. SEMPRE.
Na Ucrânia e na região circundante, por exemplo, 7 MILHÕES de pessoas morreram de fome durante a década de 30 por ordem do KREMLIN. Os agricultores que colhessem legumes nas próprias terras eram mortos a tiro. As ruas de Krarkov, a capital, ficaram cobertas de cadáveres.


O COMUNISMO significou ASSASSINATOS na ETIÓPIA, onde MENGISTU HAILE MARIAM se tornou DITADOR em 1977 e MASSACROU dezenas de milhares de pessoas, incluindo muitos dos alunos finalistas das escolas de segundo grau de Adis Adeba. O COMUNISMO SIGNIFICOU ASSASSINATOS no VIET-NAM DO NORTE a partir de 1945, quando o comunista VIET MINH decidiu eliminar seus rivais nacionalistas. "A INTENÇÃO ERA QUE O HORROR E O MEDO EXTINGUISSEM POR COMPLETO O RESPEITO POR ELES ENTRE AS MASSAS." escreveu o historiador Lucien Bodard. "AS EXECUÇÕES TINHAM DE SER HUMILHANTES E ATERRORIZADORAS". O COMUNISMO significou assassinato no TIBET, onde a campanha de MAO para ELIMINAR A CULTURA BUDISTA transformou CENTENAS DE MILHARES DE TIBETANOS EM CADÁVERES. Significou ASSASSINATO no pacato CAMBOJA, onde a FÚRIA SANGUINÁRIA dos KHMERS VERMELHOS exterminou mais de 1,5 MILHÃO DE PESSOAS em MENOS DE QUATRO ANOS. Significou ASSASSINATOS em CUBA, na ALEMANHA ORIENTAL, no AFEGANISTÃO. De SZCZECIM, no Báltico, a Trieste, no Adriático, ASSASSINATOS. Na guerra da CORÉIA e na guerra do VIET-NAM, na floresta de KATYN e nos CALABOUÇOS da LUBYANKA, ASSASSINATOS. Do GULAG á PRAÇA DE TIAO-NANMEN, ASSASSINATOS.
CEM (100) MILHÕES DE VÍTIMAS DO COMUNISMO

E essas são apenas as vítimas mortais. O número não inclui os mutilados nem os que foram levados à loucura. Aqueles cujas vidas se apagaram quando um ente querido foi chacinado. Os que passaram anos em filas para comprar batatas entorpecidos pela vodca, num cotidiano de medo. Não inclui os que perderam 30 ANOS COMO ESCRAVOS na SIBÉRIA, as pessoas do chamado boat people, que se puseram em fuga pelo mar da China Meridional, os POETAS silenciados, os PADRES amordaçados, os dissidentes perseguidos, os democratas exilados. Raramente pensamos neles ou nos 100 MILHÕES. Esquecemos a PATOLÓGICA DEVASTAÇÃO que o COMUNISMO tem trazido ou o motivo pelo qual nos empenhamos em lutar na "guerra fria". É para tratar essa AMNÉSIA que será construído o Museu Memorial às Vítimas do Comunismo.
(condensado de "Boston Globe" 7 de dezembro de 1995, massachusetts.)


REFLEXÃO




Que país é esse?




Publicado em 21.07.2009
“Antes, corra o juízo como as águas; e a justiça, como ribeiro perene.”
Amós 5:24


Este é o clamor de Deus por meio do profeta à nação que havia escolhido para ser sua. Israel conhecia os mandamentos da lei, entretanto, os desprezou afastando-se deles e tornando-se uma nação corrupta e injusta, semelhante às nações pagãs.

Corrupção e injustiça caminham de mãos dadas, e ainda são um solo fértil para a desonestidade, mentira, trapaça, impunidade, engano, opressão... Não é de agora que temos presenciado graves escândalos no meio político da nossa nação. Especialmente nestes últimos anos, quando aqueles que faziam oposição ferrenha ao governo, arvorando-se em um discurso inflamado contra a corrupção e a roubalheira reinante, agora se mostram chafurdados naquilo que condenavam e altamente comprometidos em uma sucessão destes escândalos.

Talvez quando já pudéssemos dizer que nada mais poderia nos espantar, chega a vez do Senado, que há meses debate-se em meio a tanta sujeira e podridão, entretanto, agindo como se nada lhe dissesse respeito. Não há respostas, nem posicionamentos para nada que está sendo exposto, pelo contrário tenta-se buscar como em todos os outros casos, o escape de um recesso parlamentar, para deixar a ‘poeira abaixar’ e no final a impunidade.

Em quem mais podemos crer? Poderá haver justiça e juízo num país como esse? Estas raízes são muito profundas e remontam as nossas origens. Contrário à nação de Israel, o Brasil não é um país fundamentado nos princípios da Palavra de Deus, apesar de ser um país dito católico. Estamos longe disto. No entanto, a Igreja de Cristo já está suficientemente representada para provocar mudanças e influenciar a nação, afinal segundo a projeção do IBGE seremos quase 37 milhões de cristãos evangélicos em 2010, sem contar genuínos cristãos católicos, o que representa pelo menos 19% da população.

Por isso, esta reflexão não tem cunho político, (aliás, esta é um área na qual me considero leigo), mas exortativo para que pensemos qual é a nossa parte nisso tudo, onde estamos falhando. Para tanto, as perguntas que suscito são as seguintes: Qual tem sido o posicionamento da Igreja de Jesus Cristo diante deste cenário? Como a mesma tem contribuído para mudar o rumo desta nação? Aonde está a Igreja chamada para apregoar o juízo e a justiça, sendo sal e luz?

Certa vez ouvi que o sal era utilizado na antiguidade como antisséptico, ao ser jogado sobre os dejetos humanos. Ou seja, este significado traz uma nova aplicação para as palavras de Cristo. A Igreja estabelece neste mundo a justiça de Deus, reagindo como um antídoto à podridão e depravação moral da humanidade. Entretanto, percebe-se que ainda não temos compreendido o chamado para discipular não somente indivíduos, mas a nação. Capacita-se cristãos para atuarem na esfera da Igreja, mas não para atuarem nas diferentes áreas da sociedade, entre elas a política.

Onde estão os ‘Danieis’ dos tempos modernos que são instrumentos de Deus num meio perverso sem se contaminarem? Onde estão os profetas que denunciam a injustiça? Onde está o povo que é chamado para anunciar ‘o ano aceitável do Senhor’?

Precisamos buscar a Deus para olharmos para fora (além das fronteiras dos templos) e entendermos nosso papel de discipuladores da nação para que, de fato, possamos viver a realidade do Salmo 144:15 que diz:

‘Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor!’

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Por Que Jesus Detestava O Fundamentalismo Religioso



"Aí de vocês, mestres da Lei e fariseus hipócritas!" Mt 23.27





JESUS não aceitou o uso distorcido da religião e a via como uma estrutura que torna mais fácil o relacionamento do homem com DEUS, e não como um conjunto rígido de regras que fazem as pessoas se sentirem bem ou mal.
É óbvio do início ao fim das escrituras a sua função primordial, DEUS buscando comunhão com a corôa de sua criação o HOMEM, e este em suas loucuras afasta-se cada vez mais do seu criador. E as escrituras como uma bússola norteia o homem em direção a DEUS, tão somente para nos beneficiar em nosso relacionamento com Ele, conosco mesmo, com o nosso próximo e com a natureza, e NÃO PARA NOS DAR PODER SOBRE OS OUTROS.
Atualmente muitos acreditam sinceramente que as escrituras CONTÉM provas de que elas estão certas, assim como os DOUTORES DA LEI e OS FARISEUS também acreditavam QUE TINHAM PODER SOBRE OS HOMENS.
O SENHOR JESUS nos adverte seriamente: "Entre vocês, o MAIS IMPORTANTE é aquele que SERVE AOS OUTROS." Mt 23.11
Uma posição totalmente contraditória aos anseios e aspirações de boa parte dos DOUTORES e FARISEUS de nossos dias.
Quando as regras passam a ser mais importantes do que os indivíduos que as seguem, a RELIGIÃO, pode tornar-se nociva e destrutiva.
JESUS considerava OFENSIVO as pessoas pegarem as ESCRITURAS, que teem o PODER de uni-las a DEUS e ao próximo, e as usarem para EXERCER PODER.
Para JESUS, a RELIGIÃO (entenda que aqui é o aproximar do homem a DEUS de uma forma SINCERA e não através de SACRIFÍCIOS e ORDENANÇAS que um dia terão fim) deve produzir nesse homem, COMPAIXÃO, MISERICÓRDIA, e não ARROGÂNCIA e AUTORITARISMO.
O PRUMO DE DEUS = PRINCÍPIOS IMUTÁVEIS

"Quero misericórdia e não sacrifícios." Mt 12.7
Karl Max estava certo quando disse que: "A religião é o ópio do povo." (a religião é a droga que embota os sentidos do povo e desta forma torna-se como os seguidores de Max gostam de referir-se ao povo sem instrução: "massa ignara" povo ignorante.) Entendendo por que Max estava com razão ao fazer a sua declaração, se no sentido amplo (latu sensu) a palavra RELIGIÃO é designada para definir ESSE ou AQUELE grupo, e não é aplicada no seu sentido restrito (stricto sensu), para mostrar a REALIDADE, que será o VERDADEIRO ENCONTRO DO HOMEM COM DEUS, diga-se de passagem o DEUS VERDADEIRO, TRINO E UNO e estabelecer a comunhão rompida no Édem.
"DEUS estava em CRISTO reconciliando consigo o mundo..." II Co 5.19a
Dou a mão a palmatória e reconheço que Max tinha razão, mesmo porque não tinha parado para meditar de uma forma mais ampla sobre o assunto em questão, MAX tinha razão por um motivo óbvio, mesmo para quem só o conheceu através de suas idéias IMPRATICÁVEIS, me perdoem os socialistas de plantão. O contacto de Max com a RELIGIÃO fica cristalino como água, que foi um contacto com uma FALSA RELIGIÃO que EMBOTA OS SENTIDOS. Pois se o contacto do mesmo fosse com a verdadeira RELIGIÃO, impreterivelmente haveria uma CONVERSÃO A DEUS e em consequência o mundo não teria perdido tanta vidas em uma carnificina inútil para a implantação de um sistema que nasceu falido, o SISTEMA SOCIALISTA.
Interessante é que podemos afirmar categoricamente que, o DEUS desta religião que Max teve contato é o DEUS VERDADEIRO, sem contradição alguma, a diferença está no culto que é FALSO EM TODOS OS SEUS SENTIDOS.
PRUMO DE DEUS = PRINCÍPIOS IMUTÁVEIS
JESUS é a porta (Jo 10.9) e o caminho (Jo 14.6) que nos liga a DEUS, e é impossível alguém entrar por essa porta e andar nesse caminho e não passa a AMAR A DEUS E AO SEU PRÓXIMO COMO A SI MESMO. Então passara a mundar tudo a sua volta com misericórdia e compaixão, características de quem se converteu a DEUS.
A PRÁTICA REGULA A TEORIA
A prática da falsa religião prende e escravisa o homem pelo homem, em detrimento da liberdade não só física mas também intelectual e acima de tudo espiritual.
"Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo os rudimentos do mundo e não segundo a CRISTO." Cl 2.8
A prática regula a teoria, mas a prática sem ENTENDIMENTO, produzirá ZUMBÍS, HOMENS BOMBA e tanta segregação nociva a todos.
JESUS em sua bondade extrema usa de longanimidade para com todos os homens indistintamente e em todas as épocas para que se reconcilie com ele e passem a ter entendimento e sabedoria para por em prática a sua PALAVRA, e passem a praticar a VERDADEIRA RELIGIÃO. ELE sabia que algumas pessoas "USAM" a religião, mas ue outros a "VIVEM".
JESUS condena o uso da religião para ALCANÇAR UMA POSIÇÃO SOCIAL, OPORTUNIDADES DE APOIO ou PODER SOBRE OS OUTROS.
SEU PRÓPOSITO É NOS TRAZER VIDA
Está evidente nos ensinos de JESUS que o amor e a reconciliação com o próximo é mais importante do ue QUALQUER RITUAL RELIGIOSO.
Simplificando ele nos diz: "Você quer algo comigo, primeiro conserta-te com o teu próximo."

quinta-feira, 9 de julho de 2009

"Sou um Fundamentalista?

- Dave Hunt -

"Você é um fundamentalista!" A acusação me foi dirigida quando ainda era um calouro da universidade, recém-saído do serviço militar, em 1947. Da maneira como ela foi feita, com tamanho desprezo, nenhuma explicação foi necessária para compreender que ser rotulado de "fundamentalista" era um dos mais terríveis insultos no orgulhoso mundo acadêmico. Respondi algo como: "Se ser fundamentalista significa aderir aos sólidos fundamentos da matemática, da contabilidade, da química ou de qualquer outra ciência, então aceito alegremente o título. "E já que a Bíblia é literalmente a Palavra de Deus e é inerrante (sem erros), a única escolha inteligente é aceitá-la e permanecer fiel aos seus fundamentos". Essa resposta apenas aumentou a frustração e a ira dos que debatiam acaloradamente comigo já por duas horas.

A ocasião foi o primeiro encontro da "Hora dos Críticos", uma novidade que havia sido criada recentemente por alunos e professores da universidade para ridicularizar e desacreditar a Bíblia. Entre os espectadores havia um bom número de crentes que eu conhecia do grupo cristão do campus, mas nenhum deles disse uma palavra sequer. Fiquei sozinho naquele auditório, sendo alvejado com argumentos de todos os lados, todos favoráveis à evolução e ao ateísmo. Sendo um ingênuo jovem de 21 anos, fiquei chocado com a animosidade tão abertamente demonstrada contra a Bíblia e contra o Deus da Bíblia.

Naquele ponto da minha vida, mal ouvira falar de Harry Emerson Fosdick, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Nova Iorque, uma pessoa-chave no liberalismo/modernismo americano. Tampouco fazia idéia da crescente rejeição da infalibilidade da Bíblia entre muitas pessoas que se chamavam cristãos. O nome de J. Gresham Machen era-me completamente desconhecido. Portanto, nada sabia acerca da batalha perdida que ele sustentara no Seminário de Princeton, na década de 1920, contra as heresias que levaram aquela escola a tornar-se completamente liberal e que alcançaram a maioria das igrejas presbiterianas."Cristianismo com "roupagem" moderna"Os servos mais eficientes de Satanás são mestres em ambigüidades. Fosdick reivindicava honrar a doutrina, mas ao mesmo tempo advertia sobre o "perigo de dar ênfase demais à doutrina..." Ele afirmou que "nada realmente importa na religião, a não ser aquelas coisas que fomentam o bem individual e público... e o progresso social."(1) Fosdick foi reconhecido naquele tempo pela maioria dos cristãos verdadeiros como o incrédulo que realmente era. Mas, Norman Vincent Peale, não menos herege que Fosdick, conseguiu achar aceitação virtualmente em toda parte, bem como seu famoso discípulo Robert Schuller.
O modernista toma as últimas idéias do mundo secular e enganosamente as veste com linguagem cristã. Ninguém tem feito isso com maior perfeição do que os atuais psicólogos cristãos, que de algum modo tomam teorias anticristãs de inimigos declarados do Evangelho e as "integram" à teologia. Peale foi o primeiro a fazer isso. Em 1937, ele fundou uma clínica "cristã" de psiquiatria em sua igreja. A clínica tornou-se modelo para numerosas outras semelhantes, as quais têm gerado fortunas para seus fundadores.

Machen foi exato ao demonstrar que a intimidação pela ciência e o desejo de obter aceitação e respeito na comunidade acadêmica têm resultado em comprometimentos, que na prática descaracterizam o Evangelho. Essa ânsia tem influenciado cada vez mais os seminários e faculdades cristãs.
Machen acusou os liberais de "tentar remover do cristianismo todas as coisas que não possam ser aceitas pela ciência."(2)

Muitos dos evangélicos de hoje em dia parecem pensar que os cientistas sabem mais sobre o Universo do que o próprio Criador. Será que a Bíblia é frágil devido à ignorância de Deus? O resultado é um comprometimento fatal para a verdadeira fé. Temos observado isso na aceitação da evolução teísta por parte da revista "Christianity Today" (Cristianismo Hoje), dos "Promise Keepers" (Guardadores de Promessas) e de muitos seminários e universidades cristãs, mesmo que ela contradiga plenamente a Bíblia e subverta o Evangelho. O mesmo comprometimento ocorre quando se questiona a narrativa bíblica do dilúvio.

Billy Graham, que há décadas abandonou sua posição fundamentalista, recentemente disse não estar certo se o dilúvio de Noé foi realmente de âmbito mundial. O New Bible Commentary da InterVarsity também afirma: "A narrativa (bíblica) não relata diretamente um dilúvio universal..." A Bíblia, ao contrário, não deixa espaço para tais devaneios:
"...tudo o que há na terra perecerá" (Gn 6.17). "...e da superfície da terra exterminarei todos os seres que fiz" (Gn 7.4). "...e os montes foram cobertos. Pereceu toda carne..., ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca" (Gn 7.20-23) As instruções de Deus para Noé, de que trouxesse um par de cada espécie para a arca, só têm sentido se o dilúvio atingiu o mundo inteiro. Deus prometeu não voltar a destruir a terra por água novamente (Gn 9.11), todavia têm havido muitas enchentes regionais desde aquele tempo. A destruição futura do mundo, conforme profetizada por Pedro, seria apenas um incêndio localizado, se o dilúvio com que é comparado foi limitado (2 Pe 3.6-7). Finalmente, Jesus compara Seu futuro julgamento da humanidade ao dilúvio (Mt 24.38-41).

Um cristianismo sem inerrância

Temos que crer na Bíblia inteira. Isto é fundamentalismo bíblico. Se Gênesis não é exato em cada detalhe, em qual parte da Bíblia poderemos confiar, então? Se a Bíblia está errada quanto à origem do homem e seu pecado, como poderemos confiar no que ela diz sobre a sua redenção e seu destino eterno? "Na verdade a Bíblia está absolutamente certa em tudo que declara.
Se as últimas descobertas da ciência concordam ou não com a Bíblia, isso não deve inquietar ao fundamentalista. Como confiamos em Deus, não somos intimidados pelos homens. Só um tolo trocaria a Palavra infalível de Deus pelas opiniões mutáveis e falíveis dos homens. Os cientistas cometem erros e muitas vezes são condicionados por preconceitos. No seu livro Great Feuds in Science, o historiador Hal Hellman documenta que até os maiores cientistas têm sido "influenciados por orgulho, ambição, cobiça, inveja e até por evidente impulso de estar certo".(3)
Tragicamente, diminui gradativamente o número de cristãos que ainda defendem a inerrância bíblica e a sua suficiência, como Harold Lindsell documenta em The Battle for the Bible. O Seminário Teológico Fuller é um exemplo citado por ele. Podemos dizer com certeza que para as multidões envolvidas no atual movimento evangélico a inerrância raramente se constitui num problema, pois tais pessoas se apóiam em experiências e emoções mais que em doutrina. Para muitos atualmente, o amor por Jesus é um maravilhoso sentimento, divorciado completamente da verdade que Jesus afirma ser. No livro The Bible in the Balance, Lindsell confessa que "a palavra ‘evangélico’ tem se tornado tão desonrada que perdeu sua utilidade... Talvez seja melhor adotar a palavra ‘fundamentalista’, mesmo com todos os ataques depreciativos que tem sofrido por parte dos seus críticos.
"Motivos de rejeição do fundamentalismo" O fundamentalismo tem sido estigmatizado por duas razões: "- alguns cristãos fundamentalistas são fanáticos e afastam-se de outros cristãos de uma forma insensata e anti-bíblica; e 2- por causa do exemplo do fundamentalismo muçulmano, que apregoa que todos precisam adotar as mesmas roupas e costumes que Maomé adotou no século VII. Consagrados que são ao alvo islâmico de conquistar o mundo pela força, esses muçulmanos fundamentalistas são responsáveis por muitos dos atuais atos de terrorismo. Por conseqüência, também os cristãos fundamentalistas, cuja lei maior é o amor, são freqüentemente retratados com estas mesmas cores de fanatismo.


Um cristianismo de popularidade

Todos que desejam confiar e obedecer à Palavra de Cristo e que querem ser Seus verdadeiros discípulos (Jo 8.31-32), precisam estar prontos a permanecer sozinhos, como Daniel e seus amigos. Com medo de serem diferentes, muitos cristãos seguem a multidão. Famintos pelos louvores deste mundo, eles amam "mais a glória dos homens, do que a glória de Deus" (Jo 12.43). C.H. Spurgeon ficou virtualmente sozinho, abandonado mesmo pelos seus ex-alunos e amigos, quando foi censurado pela União Batista Britânica, por sua indisposição em tolerar a apostasia dentro daquele grupo. "A. W. Tozer declarou, pouco antes de morrer: "por causa do que tenho pregado não sou bem recebido em quase nenhuma igreja na América do Norte." Que acusação contra aqueles pastores e igrejas!
Cristo advertiu: "Ai de vós, quando todos vos louvarem! porque assim procederam seus pais com os falsos profetas" (Lc 6.26). Ele afirmou que a verdadeira fé em Deus é impossível quando nós aceitamos "glória uns dos outros", e, contudo, não procuramos "a glória que vem do Deus único" (Jo 5.44). John Ashbrook escreve que o "novo evangelicalismo está determinado a impressionar o mundo com seu intelectualismo. Ele tem estado a buscar o respeito da comunidade acadêmica. Determinou ganhar glória nas fontes do ensino secular."(4) Carl Henry observou que "em conseqüência da crescente atitude de tolerância... a fé cristã foi embalada de forma a facilitar sua comercialização."(5)

O único inimigo do liberalismo é a firme adesão do fundamentalismo à autoridade e suficiência das Escrituras. D. Martyn Lloyd-Jones lamenta o fato de que muitos evangélicos mudaram de "pregar" para "compartilhar" a Palavra de Deus, o que sutilmente transfere a autoridade da Palavra de Deus para a experiência e opinião humanas.(6) Tal comprometimento, além de não ajudar o incrédulo a enxergar a luz; ainda o deixa mais cego. Essa tolerância estimula a resistência dos homens em se submeterem à autoridade de Deus. O liberalismo, inevitavelmente, endurece cada vez mais contra a verdade. Podemos ver isso atualmente em todo o mundo.

A tolerância quanto ao homossexualismo

A aceitação de homossexuais, em nome da tolerância e do liberalismo, tem produzido uma intolerância cada vez maior contra qualquer outro ponto de vista. O mundo inteiro, que por milhares de anos considerou o homossexualismo como antinatural e vergonhoso, agora está sendo forçado a abandonar tal convicção. Os homossexuais, que reivindicavam tolerância, têm se mostrado totalmente intolerantes na medida em que conquistam poder. Eles atacam com malícia, verbal e fisicamente, qualquer pessoa que queira manter uma opinião independente. O mundo tem sido coagido a garantir privilégios especiais aos homossexuais, apesar do estilo de vida "gay" ser cheio de práticas nocivas, levando à proliferação de doenças que ameaçam a sociedade em geral e reduzem pela metade a expectativa de vida das pessoas. A incurável AIDS, embora se propague em proporções epidêmicas, afetando inocentes e sendo fatal para todos que a contraem, é tratada com um sigilo perigoso e um status privilegiado, devido à sua penetração entre os homossexuais.

A tolerância quanto ao evolucionismo.

Vemos a mesma intolerância nos evolucionistas que acusam os criacionistas de pensamento bitolado. A ciência deve promover a liberdade de investigar e aceitar os fatos. Mas, em nome da ciência, a teoria da evolução é ensinada às crianças nas escolas públicas como fato, enquanto as evidências contra ela são omitidas e a alternativa bíblica e racional da criação de Deus não é admitida nem considerada.

A situação na Rússia

Numa recente viagem a Rússia, um dos principais responsáveis pelo sistema educacional nos disse o seguinte: "Por setenta anos vimos os frutos da imposição dogmática de apenas uma opinião aos alunos. Estamos cheios disso e ansiosos para considerar as alternativas". O colapso do comunismo deixou um vácuo moral que a Rússia está tentando preencher com os ensinos da Bíblia. Paradoxalmente, as escolas da Rússia agora acolhem os mesmos ensinos morais e da criação que estão banidos das escolas americanas! Não podemos saber quanto tempo isso vai durar. A Igreja Ortodoxa Russa, intolerante e firmemente contrária ao Evangelho, está procurando retomar o monopólio da religião – e alguns evangélicos americanos estão cooperando com esse sistema anticristão. Oremos pela Rússia.
O "cristianismo" foi introduzido em 988 d.C. no país que mais tarde se tornou a Rússia, pelo príncipe Vladimir. Antes ele havia considerado o islamismo, já que suas vinte esposas não causavam problema para aquela "fé". Mas como o islamismo proíbe o álcool, ele acabou abraçando o "cristianismo" da Igreja Ortodoxa, onde o álcool corria livremente (muitos monges e sacerdotes bebem intensamente) e onde a opulência dos rituais tem um apelo misterioso. Ele decretou uma esposa como "oficial", mantendo as outras dezenove como concubinas, enquanto usava o álcool livremente. Foi assim que a Rússia "converteu-se" ao "cristianismo". Em 1988, o milésimo aniversário desse evento foi celebrado com pompa e ritual. Billy Graham esteve presente para trazer suas congratulações. Na ocasião, ele disse: Sinto-me profundamente honrado em congratular-me com vocês nesta histórica e alegre ocasião em que se comemora o milésimo aniversário do batismo da Rússia, proporcionado pelo batismo do príncipe Vladimir, de Kiev..."(7)
A Igreja Ortodoxa, assim como o catolicismo romano, é inimiga jurada do Evangelho. Ela tem mantido o povo russo na escravidão e na superstição, ensinando-o a buscar nela a salvação, beijando seus ícones, pagando por orações e sacramentos. Embora rejeite o purgatório do catolicismo, ensina que, através de nossas orações, as almas podem ser resgatadas do inferno para o céu.
Visitamos na ocasião, nas proximidades de Moscou, o centro da Igreja Ortodoxa, com seu seminário e muitas igrejas. Monges com quem falei explicaram que a morte de Cristo possibilitou a nossa entrada no céu, desde que fôssemos batizados, participássemos dos sacramentos e "vivêssemos o Evangelho". Para eles, a porta que Cristo abriu está no cume duma alta escada que precisamos subir pelos nossos próprios esforços, obedecendo à Igreja e auxiliados por ela.
Fui um dos preletores numa conferência em Moscou que atraiu pastores e membros de igrejas de toda a Rússia. Havia uma indisfarçável expectativa de que a Palavra de Deus fosse ensinada. Eu expus abertamente os ensinos e práticas não-bíblicas da Igreja Ortodoxa Russa que (como a Igreja Católica no Ocidente) perseguiu e assassinou multidões de verdadeiros cristãos. A Igreja Ortodoxa, que estabeleceu parceria tanto com os czares como com os comunistas que os sucederam, pressionou o presidente Yeltsin a favor da nova lei que suprime a liberdade religiosa (essa lei está sendo atualmente implementada em pequenas cidades fora de Moscou). Centenas de fitas de vídeo e de áudio de nossa conferência estão sendo distribuídas por toda a Rússia. Oremos para que dêem frutos!

Fundamentalismo é não negociar o inegociável

Como avisamos aos irmãos e irmãs da Rússia, o verdadeiro "crer no Senhor Jesus Cristo" para a salvação tem que ser uma profunda convicção e não apenas uma mera preferência.E esta corajosa convicção certamente será seguida de grande oposição e terrível violência da parte de Satanás e da carne. Lembrando que a eternidade nos espera em breve, jamais devemos trocar o eterno "muito bem, servo bom" de Deus pela aprovação dos homens nesta vida tão curta. A plenitude de vida, tanto agora como por toda a eternidade, tanto para nós mesmos como para as pessoas a quem temos a oportunidade e a responsabilidade de influenciar, depende desta verdade inegociável. (TBC 8/98 – publicado anteriormente em português no Jornal Fundamentalista – União Bíblica Fundamentalista – Cx. Postal 567 – 60001-970 FORTALEZA CE 0 ++ (85) 214-1412) - e-mail: fundamentalistas@bol.com.br


quarta-feira, 8 de julho de 2009

A RAZÃO DA CRIAÇÃO DESTE BLOG



"Assim diz o Senhor: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos." Jeremias 6:16

As coisas aqui na terra são apenas modelos e imagens das coisas celestes. Os caminhos de Deus são celestiais e eternos e, ante de Deus ter criado o homem ou a terra, os Seus Caminhos foram estabelecidos. Esses caminhos erão padrões de pensamento, de diálogo, de comportamento e de relacionamento entre Deus e a sua criação o homem.
Após o homem ter escolhido o pecado, ele tem se afastado cada vez mais desses caminhos.
Hoje, não conseguimos nem ao menos reconhecer "esses caminhos" e esta é a razão pela qual não conseguimos retornar a eles, mesmo quando desejamos.
Por intermédio do profeta Jeremias, Deus nos instrui a olhar e perguntar novamente pelas veredas antigas. Ele nos diz que são "o bom caminho". Nessa passagem, a palavra hebraica correspondente a "BOM" é "TOV", que significa: aprazível, agradável, feliz, rico, próspero, magnífico, execelente, alegre, prazeteiro, notável.
Tais características são o resultado de um andar nas veredas antigas de Deus. Mas adiante a passagem diz que, quando andar nessas veredas, você encontrará descanso para a sua alma.
Minha posição em relação a defesa do "caminho" ou das "veredas" é irrevogável, incontestável, inegociável, pois está envolvido "princípios imutáveis", gerados na eternidade.
Por esta razão sou APOLOGETA FUNDAMENTALISTA.
E aguardem pois a pespectiva é de grandes embates em defesa da fé que um dia foi entregue aos santos dos quais sou um deles e não abro mão de um combate pela minha fé em YESHUA. Meu caminho, minha vereda, meu descanço, minha paz.